sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

As Iyami Oxorongá

O Poder ancestral feminino
e elementos místicos da mulher em seu duplo aspecto: protetor e generoso, perigoso e destrutivo estão representando As Iyami Oxorongá. Todos os orixás femininos são detentores deste poder.


As Iyami são as guardiãs do destino e zeladoras da existência, por isso sua boa vontade, essencial à continuidade da vida e da sociedade, deve ser cultivada. Pertencem a um grupo de seres espirituais chamados Ajogùn, cujas funções incluem carregar o ebó para alimentar-se dele ou, mais precisamente, do sofrimento humano do qual está impregnado. Ao processarem as energias dos ebós, possibilitam a cura, a superação de dificuldades e a atração de bens necessários. Sua relação com os poderes mágicos lhes possibilita também neutralizar os efeitos negativos de pensamentos, palavras e ações destrutivas que uma pessoa dirija contra outra ou contra si mesma. A presença e a influência de Iyami no jogo oracular é fundamental, pois se manifestam em todos os odus e, sendo parceiras deles, têm como ajudá-los a comunicar-se entre si. Parceiras também de Exu e dos demais orixás, indicam com eles os ebós necessários para cada situação, sendo de competência comum a todos a tarefa de transportá-los.


A expressão Ìyámi, Minha(s) Mãe(s) ou Zeladora(s), designa um orixá cujo poder é tão grande que todos se referem a elas sempre no plural, aludindo a uma coletividade. Quando se quer saudá-las basta pronunciar um de seus nomes, pois elas representam uma coletividade de seres relacionados a todos os elementos fundamentais para a sobrevivência dos homens: por isso traí-las significa trair a própria essência vital humana. Invocar as Mães implica em associar-se a uma coletividade de energias que vivem em estreita relação com elementos indispensáveis à sobrevivência humana.


As Iyami, curandeiras com grande poder mágico, podem assumir diferentes formas. Intervêm na existência humana no plano individual (na saúde física, psíquica e espiritual, no casamento e na sexualidade) e no plano social (no trabalho e nas amizades). Elas apoiam as pessoas em sua tarefa de organizar pensamentos e conhecimentos para melhor atingir objetivos, atraindo sorte e favorecendo conquistas materiais. Promovem mudanças no plano emocional, facilitando que um homem nervoso se acalme e um impaciente torne-se paciente. Intervindo nos destinos, protegem as pessoas de danos causados por inimigos e por falhas próprias. Como harmonizam relações, favorecem casamentos. Sendo portadoras de axé, favorecem a aquisição e a manutenção da energia vital; protetoras e zeladoras de tal energia, orientam as pessoas quanto à melhor maneira de realizar seu destino.


No aiye as Iyami trabalham para colocar ordem no conhecimento e na sabedoria dos seres, e transmitem isso ao orum através de assentamentos já consagrados a elas, de iniciações e da realização de constantes oferendas e ebós. A partir do momento em que se estabelece uma ligação com Iyami, adquire-se melhores condições para atingir objetivos e concretizar ideais.


As mulheres pertencentes ao grupo de devotos das Iyami são chamadas Ìyá-Agbà ou Ìya Aiyé (Mães do Universo, Mães Anciãs ou Veneráveis Mães Anciãs); os homens são chamados de Òsó (Bruxo, Feiticeiro acredite homens também podem ser bruxos). Ambos ficam atribuídos do poder de manipular o destino humano através de rituais de consagração. A aquisição do poder das Iyami ocorre pelo nascimento, por herança e pela iniciação. Esta última pode proporcionar a proteção delas para o iniciado e seus familiares e amigos mais próximos e pode, num grau mais elevado, permitir a transmutação física, embora exclusivamente no caso de mulheres. Diz o provérbio que o filho de Iyami tem dois ouvidos, dois olhos e uma única boca, para ouvir e ver bem mais do que falar. Falar sobre as Mães inspira a sensação de poder e sabedoria, muitas vezes equivocada, porque um devoto que não saiba proteger e preservar a força e os segredos confiados a ele será vencido facilmente. Falar sobre elas é uma tarefa desafiadora porque exige cumplicidade entre quem fala e quem ouve e uma responsabilidade rara das pessoas em relação ao uso que fazem das palavras. Por isso, durante a iniciação, as pessoas se comunicam o mínimo necessário.


Os iniciados em Iyami possuem as marcas simbólicas das Mães em seu corpo e podem sentí-las até mesmo fisicamente. Essas marcas indicam sinais de nobreza. Os devotos das Mães muitas vezes acabam se tornando líderes. Deles exige-se postura séria e rigorosa e uma auto-educação para que não fiquem mencionando o poder delas. Pessoas indiscretas ou que se considerem poderosas não devem cultuá-las, pois sua postura afasta o poder das Mães. Tolerância e paciência, qualidades do sábio, são os principais meios de se venerar Iyami e aos demais orixás. O devoto das Mães deve ser verdadeiro, leal, fiel e respeitoso para criar espaços onde elas possam viver e atuar. As Iyami têm o poder de tornar o tempo favorável ou desfavorável, podendo provocar morte prematura ou prolongar a vida: a capacidade de trabalhar com seus poderes para atuar sobre a duração da existência, entretanto, é privilégio de poucos sacerdotes.


Os iniciados em Iyami pelo Oduduwa Templo dos Orixás reunem-se periodicamente para manter e fiscalizar o culto aos orixás, zelar pela casa e tratar de assuntos relevantes para a comunidade que frequenta a instituição. Um dos eventos coletivos mais importantes do templo é o Festival de Iyami, que ocorre anualmente.




Bruxa e pássaro.

A palavra Ìyàmìs por si só, em realidade não identifica à mulher com o lado escuro de seu poder, como uma bruxa,  muito pelo contrário é um modo de exaltar e homenagear sua capacidade de engendrar apelando a seu lado protetor maternal, pois significa: Minha mãe!!!
Esta forma de referir-se a qualquer mulher expressa um sentido de reverência àquela que serve de ponte entre os antepassados e os vivos, bem como também reflete seu importante papel maternal.
Desse modo todas as divindades femininas são chamadas também ìyàmìs, mais não no sentido de bruxas, senão por tratar-se de uma homenagem verbal às grandes mães espirituais.


A coruja é um de seus pássaros.
A pena da coruja é utilizada em ritos das Ìyàmì, na finalidade de obter proteção contra os perversos espíritos da noite, ameaças e inveja.
É este pássaro quem leva os feitiços até seus destinos. Ele é pássaro bonito e elegante, pousa suavemente nos tetos das casas, nos galhos das árvores, e é silencioso.
Se as Ìyàmìs dizem que é pra matar, eles matam, se elas dizem pra levarem os intestinos de alguém, levarão.
Elas enviam pesadelos, fraqueza nos corpos, doenças, dor de barriga, levam embora os olhos e os pulmões das pessoas, dão dores de cabeça e febre, não deixam que as mulheres engravidem e não deixam as grávidas darem à luz.
As Ìyàmìs costumam se reunir e beber juntas o sangue de suas vítimas.
E só Orunmilá Consegue acalmá-la.
O Culto dos Eguns no Candomblé do sexo feminino recebem o nome de Ìyàmìs Agbá, minha mãe anciã, mas não são cultuados individualmente.
Sua energia como ancestral é aglutinada de forma coletiva e representada por Ìyàmìs Oxorongá chamada também deÌyá Niá, a grande mãe.
Esta imensa massa energética que representa o poder da ancestralidade coletiva feminina é cultuada pelas sociedades Gëlèdé, compostas exclusivamente por mulheres, e somente elas detêm e manipulam este perigoso poder.

O medo da ira de Ìyàmìs nas comunidades é tão grande que, nos festivais anuais na Nigéria em louvor ao poder feminino ancestral, os homens se vestem de mulher e usam máscaras com características femininas, dançam para acalmar a ira e manter, entre outras coisas, a harmonia entre o poder masculino e o feminino.
O mito da bruxa que voa na vassoura acompanhada por pássaros macabros é quase mundial, com pequenas diferenças dependendo da cultura e folclore local.
As Ìyàmìs são executoras da lei num sentido inverso, isto é, procurar o bem a partir do mau.
Toda pessoa que tenha certa inclinação às características negativas para os demais está alimentando estas forças e com isso fortalecendo Ìyàmìs que a seu tempo a própria energia negativa da pessoa se converta em seu próprio juiz.
Ìyàmì Oxorongá  posará suas patas em cima de sua cabeça.
Não há nenhum ebó capaz de vencer o trabalho destas entidades, o que se pode no máximo é apaziguar-lhes .
Sua função se torna importante, pois tendem a regular o comportamento do ser humano através de seus medos.
Quem deseja que Ìyàmìs Oxorongá não se torne um obstáculo em sua vida deve frear os sentimentos de inveja, ciúmes, rancor, bem como qualquer pensamento negativo para seus semelhantes.
Fundem-se a ideia que as Ìyàmìs se reúnem em assembleia, onde se conspiraria e especularia sobre as maldades a realizar enviando os Ajogun após o questionamento se foi feito ou não os ebós marcados por babalaos através de Ifá, deste modo servem de reguladores do comportamento frente às dívidas geradas ante as divindades, por causa de ter rompido o equilíbrio existente de alguma maneira seja numa vida anterior ou na presente.

Ìyàmì Aye pertence todo sangue derramado na terra e também quem controla o sangue menstrual a que quando aparece revela a presença próxima destas criaturas, o que explicaria as dores típicas e o que costuma ter as mulheres nessa etapa.
 Presume-se que a palavra Aje utilizada como bruxa prove da contração de Iya +Je, a mãe que come, aludindo a seu voraz apetite, sempre atraída pelo cheiro do sangue e vísceras.
Ela pode vir sob a forma de mosca, pássaro, gracioso ou inclusive outros animais.
Em síntese, todo ser humano deve a vida a uma mulher. Se todas as mulheres juntas decidissem não mais engravidar, a humanidade estaria fadada a desaparecer.
Esse é o poder de Iyá Mi, mostrar que todas as mulheres juntas decidem sobre o destino dos homens.




As denominações de Ìyàmì expressam suas características terríveis e mais perigosas e por essa razão seus nomes nunca devem ser pronunciados.
Quando se disser um de seus nomes, todos devem fazer reverencias especial para aplacar a ira das grandes Mães e, principalmente, para afugentar a morte.
As feiticeiras mais temidas entre os yorubás e nos candomblés do Brasil são as Àjé e, para referir-se à elas sem correr nenhum risco, diga apenas Eleyé, Dona do Pássaro.

O aspecto mais aterrador das Ìyàmìs e o seu principal nome, com o qual se tornou conhecida nos terreiros, é Oxorongá, uma bruxa terrível que se transforma no pássaro de mesmo nome e rompe a escuridão da noite com seu grito assustador.
As Ìyàmìs são as senhoras da vida, mas fundamental da vida é a morte.
Quando devidamente cultuadas, manifestam-se apenas em seu aspecto benfazejo.
Não podem, porém, ser esquecidas, nesse caso lançam todo tipo de maldição e tornam-se senhoras da morte.
O lado bom de Ìyàmìs é expresso em divindades de grande fundamento, como Apàöká, a dona da jaqueira, a verdadeira mãe de Odé .
 Dizem que o deus caçador encontrou mel aos pés da jaqueira e em torno dessa árvore formou-se a cidade de Kêtu.
Os assentamentos de Ìyàmìs ficam juntos as grandes árvores como a jaqueira e geralmente são enterrados, mostrando a sua relação com os ancestrais, sendo também uma nítida representação do ventre.
As Ìyàmìs, juntamente com Exú e os Eguns são evocados nos ritos de Ipadé, um complexo ritual que, entre outras coisas, ratifica a grande realidade do poder feminino na hierarquia do Candomblé, denotando que as grandes mães é que detém os segredos do culto, pois um dia, quando deixarem à vida, integrarão o corpo das Ìyàmìs, que são as mulheres ancestrais.

À meia-noite ninguém deve estar na rua, principalmente em encruzilhada, mas se isso acontecer deve-se entrar em algum lugar e esperar passar os primeiros minutos. Também o vento, afefe de que Iansã é a dona, pode ser bom ou mau, através dele se enviam as coisas boas e ruins, sobretudo o vento ruim, que provoca a doença que o povo chama de ar do vento.
Ofurufu, o firmamento, o ar também desempenha o seu papel importante, sobretudo á noite, quando todo seu espaço pertence a Eleiye, que são as Ajés, transformadas em pássaros do mal, como Agbibgó, Elùlú, Atioro, Oxorongá, dentre outros, nos quais se transforma a Ajé-mãe, mais conhecida por Ìyàmì Osoronga.






TÍTULOS DE ÌYÀMÌ
Agba: Poderosa Mãe ancestral associada ao poder feminino.

Ajé : Poderosa Mãe administradora do Poder Sobrenatural. Este devido ao culto que é realizado na lua nova e utiliza de poderes sobrenaturais para combater à agressividade, feitiço. Por ser o ciclo mais escuro da lua.
Iyá Mi Ajé = minha mãe feiticeira também conhecida por  Ìyàmìs  Oxorongá , é a sacralização da figura materna, por isso seu culto é envolvido por tantos tabus. Seu grande poder se deve ao fato de guardar o segredo da criação.
Iyami Ajé na forma de pássaro, Coruja Rasga-Mortalha ou coruja rasgadeira, pousa nas árvores favoritas durante a noite, principalmente na jaqueira. Contam os antigos africanos que quando a coruja rasgadeira sobrevoa fazendo seu ruído característico ou aproxima-se de uma casa é porque alguém vai morrer. (Mito que se espalhou por outros cultos e religiões, afinal quem nunca ouviu falar isso)

Ako: Poderosa Mãe que é o pássaro Ako. Título referente ao 3o dia da lua cheia e a seu culto exatamente na sociedade das Geledes. Título de quem assume o posto de primeira dama desta sociedade.

Alaiye: Poderosa Mãe proprietária de toda extensão Terrestre.

Apaki: Poderosa Mãe que mata. Uma referência ao fato que ao decorrer da vida acontece a morte.
  
Araiye: Poderosa Mãe que controla todos os espíritos da Terra, encarnados e desencarnados.

Arajado: Poderosa Mãe que olha para o Céu. Uma referencia ao fato da Terra esta coberta pelo Céu.

Asiwòró: Poderosa Mãe canalizadora das energias nos ritos tradicionais.

Ayala: Poderosa Mãe esposa daquele que é o Céu. Uma referencia ao fato da Terra ser coberta pelo Céu o próprio Orixalá.

Buruku: Poderosa Mãe Antiga. Uma referência ao planeta na sua antiguidade existencial.

Egeleju: Poderosa Mãe dos olhos delicados.

Ekunlaiye: Poderosa Mãe que inunda a Terra com Água.

Eleje: Poderosa Mãe proprietária do fluxo da vida o sangue.

Elesenu: Poderosa Mãe Proprietária de todos os órgãos internos, vísceras.

Eleye: Poderosa Mãe Proprietária dos Pássaros.

Ilunjó: Poderosa Mãe que dança o ritmo da morte. Uma referência ao ritmo tocado para Ogun aquele que dança o ritmo da morte.

Iya-Ori: Poderosa Mãe das Cabeças, uma alusão ao fato de está relacionada aos rituais de sacrifício animal sobre uma cabeça. Titulo que é também cultuada nos ritos de bori.

Iyelala: Poderosa Mãe senhora dos sonhos, relacionada a revelação de situações através de sonhos.

Iyemonja: Poderosa Mãe senhora que possui muitos filhos como cardumes de Peixes, uma alusão à sua qualidade anfíbia e à quantidade de seres humanos existentes na terra comparada à quantidade de peixes existentes no Mar. Titulo relacionado a Egun.

Iyemowo: Poderosa Mãe que é o próprio dinheiro de suas filhas, uma alusão a grande quantidade de búzios que utiliza em suas roupas este titulo é cultuada no culto de Orixalá.

Kekere: Poderosa Mãe pequena do universo. Uma referência ao fato de Iyami ser a administradora da vida na auxiliando Olodunmare.

Koko: Poderosa Mãe Anciã, uma referência à antiguidade do planeta.

Logboje: Cabaça Existencial no Universo, uma referencia ao planeta Terra.

Malè: Poderosa mãe que não permite o mal chegar na noite, uma alusão as noites que sobrevoa na sua forma de pássaro nos lugares em que é invocada e reverenciada com louvores e saudações. Título este muito reverenciada nas rodas de Xangô, Egungun, quando e enquanto dançam em volta da fogueira ao Ar livre, fato memorável ao poder sobrenatural que possibilita Xangô como o grande Egungun ancestral voltar à Terra possuindo seus Eleguns durante as festividades.

Naré: Poderosa como o próprio ventre.

N'la: Poderosa grande Mãe, uma referência à grandeza do planeta Terra e seu culto elementar.

Oduwà: Poderosa Mãe proprietária do recipiente da existência, o mundo.

Oga Igi: Poderosa Mãe que faz o alto das árvores de trono. Uma referência ao fato dos Pássaros pousarem no cume das grandes árvores.

Oloriyàmi: Poderosa Mãe proprietária das águas, referência aos mares e a água do útero.

Olotojú: Poderosa Mãe que espia do alto ao fato dos pássaros pairarem no ar e observarem tudo de cima.

Omolulu: Poderosa Mãe rainha das formigas, ao fato de estar associada ao subsolo, título este em que é também cultuada no culto de Obaluaiê.

Onilé: Poderosa Mãe proprietária da Terra, referente a reverencia e aos rituais realizados dentro da terra. Outra referencia é ao fato de ser o lugar mais próprio de se cultuar toda classe de espíritos, na qual Ela é a grande apaziguadora desses espíritos ou forças rebeldes. Numa única função de tranquilizar, apaziguar ou neutralizar qualquer tipo de força oculta agressiva.

Oru-Alé: Poderosa Mãe da madrugada e da noite.

Osupa: Poderosa Mãe que controla as forças da lua.

Oxorongá: está sempre encolerizada e sempre pronta a desencadear sua ira contra os seres humanos. Está sempre irritada, seja ou não maltratada, esteja em companhia numerosa ou solitária, quer se fale bem ou mal dela, ou até mesmo que não se fale, deixando-a assim num esquecimento desprovido de glória. Tudo é pretexto para que Ìyàmì se sinta ofendida.
Tudo que é redondo remete ao ventre e, por consequência, as Ìyàmìs.
O poder das grandes mães é expresso entre os Orixás por Oxum, Iemanjá e Nanã Buruku, mas o poder de  Ìyàmìs  é manifesto em toda mulher, que, não por acaso, em quase todas as culturas, é considerada tabu.

Petekun: Poderosa Mãe que é povoada, uma referência a relação com Bará.

Curiosidades

ANIMAL : Abelha.

AVE : Coruja.

COME: Aves pequenas, víscera de animais, ovos.

QUATRO PÉ : Coelho.

INTERDITO : Pimenta da costa. (ATARI)

veja também: Ser Bruxa é.. 

5 comentários: